No domingo fui apanhar ao Martim Moniz o eléctrico da carreira n.º28 que liga com o Cemitério dos Prazeres, e onde estavam 4 fadistas acompanhados à Guitarra Portuguesa e à viola.
Foi uma experiência inesquecivel. Fomos com um casal amigo, mais uma amizade feita com os pais de um colega de turma do Jùnior. Eles os dois também foram, os miudos.
Depois de um lanche no jardim em frente ao cemitério, resolvemos apanhar o eléctrico da carreira n.º28 de volta ao Martim Moniz mas que desta vez já não ía animado com Fado.
Subimos de carro depois à freguesia de Sto Estevão em Alfama, e assim que chegamos ao fundo da Rua dos Remédios, vimos que estavamos a chegar na hora H para um concerto que o fadista Rodrigo ía começar a dar ao ar livre. Foi assim: de rajada duas actuações de fado em menos de 3 horas. Uma no eléctrico e outra na praça. E como não há duas sem três depois de jantar n’A Casa na mesma Rua dos Remédios, lá fomos para outra tasca, onde se ía cantar o fado. Os miudos jogavam à bola nas ruas de Alfama, o fado fluia pelo ar, e os mojitos sempre a rolar.
Foi um dia diferente.